O objetivo deste blog é expor algumas realidades históricas distorcidas pela propaganda esquerdista.
Baseado em livros, documentos e entrevistas, aponta fatos que a mídia quase não publica.
Nasci em 1960 e acreditei em algumas destas mentiras.
Só depois de deixar de agir como um carneiro de Panúrgio, é que fui atrás da verdade dos fatos.
Nada do que está escrito aqui é minha criação.
Esse material pode ser facilmente encontrado por quem estiver disposto a aprender.

"A esquerda luta pela democracia"

Em todos os lugares onde a esquerda tomou o poder a primeira coisa que fez foi sufocar toda e qualquer oposição, acabando com todos os partidos, eliminando seus líderes e matando indiscriminadamente, tantos os antigos colaboradores que se viram, em sua ignorância, enganados nas promessas de um mundo melhor com o povo no poder, quanto o povo comum que tentava desesperadamente escapar do inferno criado, tendo ou não colaborado para a instalação do terror.

Os primeiros a morrer na revolução francesa eram revolucionários. O mesmo aconteceu na URSS e em Cuba entre outros locais desafortunados.

Em Cuba um quinto da população fugiu para Miami depois do golpe de Fidel (e continuam tentando fugir de lá mesmo sendo uma ilha rodeada de tubarões e mar traiçoeiro) e, hoje, são uma das mais prósperas comunidades daquele lugar. Essa comunidade envia milhões de dólares a seus familiares na ilha mas o governo, que não consegue suprir as necessidades mais básicas da população, toma uma grande parte para financiar a própria corrupção. Fidel é um dos homens mais ricos do mundo. Assim como Maluf, aliado de Lula, nega.

Hoje em dia, nos poucos países comunistas, não existe nenhum tipo de oposição visível e a democracia ou o povo só existem no nome de países como a República Democrática Popular da Coreia, República Popular Democrática do Laos ou República Popular da China.

Como se vê, as palavras democracia e esquerda, na prática, são completamente antagônicas.

No Brasil basta olhar os movimentos como a Intentona Comunista de 35 que matou, somente em Recife, 720 pessoas e provocou uma reação natural e mais mortes. Das outras tentativas de golpes armados falaremos em outros tópicos. A tão falada (e não justificável) ditadura militar dos anos 60 matou menos da metade e, em sua grande parte, militantes armados, sequestradores, terroristas que colocaram bombas para matar indiscriminadamente e assassinos covardes.

A abertura dos arquivos de Moscou, após a dissolução da União Soviética, também comprovou que, desde 1935, Luís Carlos Prestes era um assalariado dos soviéticos, um mercenário do movimento comunista internacional, situação que perdurou durante toda a sua vida, visto que nunca desempenhou qualquer atividade remunerada. A quantia de US$ 1.714,00,  que eram 11,9% das despesas do Komintern com a conspiração no Brasil, no período de abril a setembro de 1935, representava o salário de Prestes.

Em dezembro de 1934, Prestes saiu da União Soviética para liderar a revolução no Brasil, onde chegou com passaporte português, com o nome falso de "Antônio Villar". O traidor vinha com a missão que lhe impusera o Komintern: chefiar o movimento armado que se preparava no Brasil . Prestes, que se dizia em Barcelona, estava oculto em lugar ignorado no Rio de Janeiro. De seu esconderijo enviava ordens e manifestos, controlando, passo a passo, o desenrolar dos trabalhos.

Quem realmente dirigia o Partido Comunista no Brasil eram três estrangeiros: o soviético Pavel Vladimirovich Stuchevski, o judeu alemão Arthur Ernest Ewert (que adotava o nome de guerra de "Harry Berger") e o norte-americano Victor Allan Baron. Eram os homens que mandavam no Prestes, que era um executor das decisões deles.


Mesmo derrotados em 1935, alguns militantes comunistas continuavam acalentando o sonho da revolução armada e da tomada do poder à força. Segundo alguns dos comunistas, depois da Revolução Russa e da Revolução Chinesa, o Brasil seria o palco da terceira grande Revolução Socialista do século. Para nossa sorte escapamos desta desgraça.

As famílias dos mortos pelos comunistas, tanto civis como militares, jamais receberam qualquer indenização.
A família de Luís Carlos Prestes, que teve a patente de capitão cassada, em abril de 1936, por ter liderado a Intentona Comunista, foi indenizada pela Comissão de Anistia e recebe a pensão equivalente ao posto de general-de-brigada, além de R$ 180.000,00 de atrasados, segundo jornais da época.
As famílias dos vitimados pelos seguidores de Prestes não tiveram tratamento semelhante do governo Lula. As pensões não são as correspondentes aos postos que eles alcançariam se não tivessem sido assassinados no cumprimento do dever.

Essa é a democracia da esquerda.


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